Obras na Rota Gerais

24 de Agosto de 2026 / 0 Comentários

Plano de cem dias do trecho inclui obras emergenciais

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Começam as intervenções emergenciais nas BRs 118 e 251, em Minas.
O foco é mexer na pavimentação, na sinalização e na segurança viária.

 

Começaram as primeiras obras emergenciais nas BRs 116 e 251, em Minas Gerais, dentro do chamado Plano de 100 Dias da Ecovias das Gerais. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que acompanhou o início das intervenções, voltadas à conservação da malha, à melhoria das condições de trafegabilidade e ao reforço da segurança em um corredor considerado estratégico para a ligação entre o Sudeste e o Nordeste.

O pacote inicial inclui recuperação do pavimento, revitalização da sinalização horizontal e vertical, limpeza de placas, roçada da faixa de domínio, recomposição de pontos críticos e adequação de dispositivos de segurança, como defesas metálicas. A concessionária passou a administrar 734,9 km das duas rodovias, trecho que corta 26 municípios mineiros e concentra gargalos conhecidos por motoristas e transportadores.

Segundo o Ministério dos Transportes, a concessão da chamada Rota Gerais prevê um amplo programa de modernização ao longo do contrato, com 186,59 km de duplicações, 159,9 km de faixas adicionais, 16,87 km de contorno urbano, 21 passarelas e pontos de apoio ao usuário. O projeto também foi desenhado para atacar problemas antigos de segurança e fluidez em trechos com grande volume de carga pesada.

A fase emergencial antecede obras estruturais previstas para os próximos anos. No documento oficial do governo federal, o projeto da BR-116/251/MG lista a execução dos primeiros trabalhos como medida para eliminar riscos e desconfortos aos usuários já nos dois primeiros anos da concessão, antes mesmo da entrega dos grandes investimentos de duplicação e contorno.

A ANTT destaca que o acompanhamento das instruções faz parte do papel regulatório da agência na fiscalização do contrato e na garantia de cumprimento das obrigações assumidas pela comissão. A medida é especialmente relevante porque o trecho reúne demanda logística intensa, com ligação entre polos econômicos de Minas e conexão direta com outras rotas federais de transporte de cargas.

O cronograma divulgado também prevê a instalação futura de sistemas de cobrança em fluxo livre (free flow), após aprovação regulatória, além de novas estruturas de apoio ao caminhoneiro e de atendimento ao usuário. Para o governo federal e para a agência reguladora, o objetivo é transformar uma das principais rodovias de Minas em um corredor mais seguro, previsível e funcional.

 

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